https://actapediatrica.spp.pt/issue/feed Portuguese Journal of Pediatrics 2018-09-06T11:48:09+01:00 Editor-in-Chief editorchefe.app@spp.pt Open Journal Systems <p>The Portuguese Journal of Pediatrics (PJP) is a scientific journal essentially for paediatricians (both medical and surgical fields) and doctors in postgraduate training, and the respective contents may interest other physicians and professionals devoted to child and adolescent health integrated within their respective family and social environment. The PJP performs prior review of the texts submitted to the editorial board by double-blind peer review.</p> https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14710 Novos Desafios 2018-09-06T11:48:03+01:00 Isabel Esteves isabel.castro.menezes@gmail.com Paulo Oom app@spp.pt 2018-07-09T09:38:26+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/11781 Rastreio Neonatal de Hemoglobinopatias: A Experiência de um Hospital de Nível II na Área Metropolitana de Lisboa 2018-09-06T11:48:09+01:00 Ana Teresa Teixeira anateresa.teixeira@gmail.com Catarina Garcia catarinasmgarcia@gmail.com Teresa Ferreira teresaferreira@netcabo.pt Alexandra Dias alexandradiasped@yahoo.com Cristina Trindade c.vaz.trindade@gmail.com Rosalina Barroso maria.r.barroso@hff.min-saude.pt <p> </p><p><span>Introdução: As Hemoglobinopatias são doenças genéticas, causadas por alterações da produção de hemoglobina, das quais se destacam a doença falciforme e os síndromes talassémicos. O diagnóstico precoce das hemoglobinopatias é essencial: permite a implementação de medidas que reduzem a morbilidade e a mortalidade nestes doentes (como a profilaxia antibiótica, a imunização alargada e a educação parental).</span></p><p><span>Objetivos: Caracterizar a população de recém-nascidos (RN) incluídos num programa de rastreio de hemoglobinopatias no ano de 2013, num hospital de nível II, na área metropolitana de Lisboa.</span></p><p><span>Material e métodos: Estudo retrospetivo descritivo, dados colhidos nos registos clínicos e laboratoriais hospitalares, das crianças nascidas entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2013, com origem familiar nas áreas de risco indicadas na Norma da Direção geral de Saúde (DGS) 18/DSMIA ou com história familiar de hemoglobinopatia. Aos RN incluídos foi realizado hemograma e eletroforese de hemoglobinas entre o primeiro e o terceiro dia de vida.</span></p><p><span>Resultados: Realizados 739 rastreios (27,7% do total de crianças nascidas neste período). Foram detetadas 86 (12%) variantes do padrão normal de hemoglobinas, incluindo três casos de doença falciforme (dois casos de hemoglobinopatia SS e um caso de hemoglobinopatia SC) e 83 casos de portadores de hemoglobinopatias.  Todos os RN com variantes de hemoglobina foram observados em consulta de Hematologia Pediátrica. </span></p><p><span> </span></p><p><span><span>Conclusões: Este rastreio permitiu a deteção precoce de novos casos de doença falciforme, com consequente melhoria dos cuidados prestados a estes doentes, e a deteção de portadores, possibilitando o aconselhamento às famílias. </span></span></p><p> </p> 2018-07-09T09:38:26+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/11972 Nova Era no Diagnóstico da Discinesia Ciliar Primária 2018-09-06T11:48:06+01:00 Carolina Constant carolinaconstant@sapo.pt Rodrigo Sousa rodrigocnsousa@gmail.com Andreia Pinto alpinto@medicina.ulisboa.pt J. F. Moura Nunes jfmnunes@yahoo.com Pedro Sampaio pedro.sampaio.fct@gmail.com Susana Santos Lopes susanasantoslopes@gmail.com Teresa Bandeira terb@sapo.pt Luísa Pereira mluisafpereira@gmail.com <p><span style="text-decoration: underline;">Introdução</span>: A discinésia ciliar primária (DCP) é uma doença genética rara que determina alterações estruturais e/ou funcionais dos cílios, cujo diagnóstico foi alvo de padronização recente. O objectivo deste estudo foi descrever os resultados dum processo de diagnóstico centralizado aplicado a um grupo de crianças elegíveis.</p><p><span style="text-decoration: underline;">Métodos</span>: Análise descritiva dos casos com diagnóstico de DCP efectuados num período de dois anos (07/2014-06/2016). Recolha retrospectiva de dados demográficos, clínicos e dos resultados dos testes de diagnóstico efectuados.</p><p><span style="text-decoration: underline;">Resultados</span>: Foram diagnosticados dez doentes com idade mediana de 9,9 (3-16,5) anos, cinco rapazes. Os padrões clínicos mais frequentes foram o início precoce, com dificuldade respiratória neonatal (9), e doença respiratória supurativa alta [otite média crónica/recorrente (10)] e baixa [tosse produtiva crónica (8) e bronquiectasias (6)]. A medição do óxido nítrico nasal (nNO) foi normal em dois casos, reduzido, mas acima do valor de <em>cut-off</em> para DCP em dois doentes e muito reduzido, sugestivo de DCP, nos restantes seis. A avaliação da ultraestrutura ciliar por microscopia eletrónica de transmissão (MET) identificou alterações em sete doentes e três foram inconclusivos. A análise do padrão e frequência do batimento ciliar por videomicroscopia de alta velocidade (VMAV) detectou alterações compatíveis em sete doentes, e foi inconclusiva em três. O estudo genético encontra-se em curso.</p><p><span style="text-decoration: underline;">Discussão</span>: Estes são os primeiros resultados duma série de crianças com o diagnóstico de DCP efectuado através dum processo estruturado, centralizado e interdisciplinar. Tal como sugerido em literatura recente a existência de exames inconclusivos ou normais foi avaliada pela interpretação conjunta dos resultados.</p> 2018-07-09T09:38:26+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14754 Transmissão de Infeções pelo Aleitamento Materno 2018-09-06T11:48:00+01:00 Catarina Franco app@spp.pt Susana Castilho app@spp.pt André Graça app@spp.pt José Gonçalo Marques app@spp.pt <p><strong>Introdução:</strong> O aleitamento materno tem valor incontestável para o recém-nascido, nomeadamente sob os pontos de vista nutritivo, imunológico e afetivo. Existem, contudo, algumas situações, nomeadamente algumas doenças infeciosas, em que o aleitamento materno está contraindicado ou sujeito a medidas de precaução. O objetivo desta revisão foi descrever os principais microrganismos transmitidos pelo leite humano, incluindo os agentes de infeções emergentes e/ou mais prevalentes na população imigrante em Portugal, nomeadamente a infeção pelo vírus T-linfotrópico humano tipo 1 e tipo 2, e fazer uma síntese das recomendações sobre aleitamento materno em situação de infeção materna.</p><p><strong>Metodologia:</strong> Revisão bibliográfica, realizada através da pesquisa nas bases de dados PubMed e Scielo, com as palavras-chave “aleitamento materno”, “transmissão” e “infeção”, bem como com os mesmos termos em inglês (“breast milk”, “transmission”, “infection”), e com o nome dos diferentes microrganismos estudados. Foram também consultados livros de referência e recomendações com tópicos relacionados.</p><p><strong>Resultados:</strong> São abordadas especificidades, formas de transmissão, possibilidade de infeção através de leite materno e recomendações para os diversos vírus, bactérias, fungos e parasitas que foram objeto da revisão.</p><p><strong>Conclusão:</strong> A maioria das infeções maternas não representa perigo para o recém-nascido, sendo que em Portugal a infeção pelo vírus da imunodeficiência humana tipo 1 e 2 e vírus T-linfotrópico humano tipo 1 e 2 constituem os únicos casos com indicação para evicção total do aleitamento materno. A decisão de continuação ou suspensão do aleitamento materno deve ser ponderada caso a caso, de acordo com a patologia em causa, a situação socioeconómica e o desejo da mãe.</p> 2018-07-09T09:38:27+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/13725 Estágio de Cuidados de Saúde Primários em Madrid: Uma Oportunidade Formativa 2018-09-06T11:47:55+01:00 Margarida Cunha cunhapmargarida@gmail.com 2018-07-09T09:38:28+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14712 Está Aberta a Porta aos Cuidados Paliativos Pediátricos 2018-09-06T11:47:52+01:00 Ana Forjaz de Lacerda amflacerda@gmail.com 2018-07-09T09:38:28+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/9784 Trombocitopenia Imune: Desafio Diagnóstico em Dois Lactentes 2018-09-06T11:47:58+01:00 Madalena Sassetti madalena.sassetti.ac@gmail.com Sofia Ferrito sofiaferrito@gmail.com Rita Marques ritamarq@gmail.com João Franco jnvfranco@gmail.com Conceição Malcata conceicao.malcata@ipst.min-saude.pt Manuela Braga manuelabraga62@gmail.com <p>A trombocitopenia imune é a causa mais comum de trombocitopenia isolada de início súbito em crianças saudáveis. Atinge sobretudo crianças entre os dois e os dez anos e constitui um diagnóstico de exclusão, sendo importante considerar outros diagnósticos perante quadros atípicos. Apresentam-se dois casos clínicos de trombocitopenia grave, particulares pela idade precoce (seis e sete semanas de vida) e pela referência em ambos à utilização de produtos anticólicas. Os dois lactentes foram internados e medicados com imunoglobulina com normalização dos valores plaquetários ao fim de uma a duas semanas. Houve resolução do quadro sem complicações graves, tendo ambos mantido seguimento em consulta após o internamento. O estudo complementar revelou anticorpos com afinidade para o simeticone nos dois casos. Embora não tenha sido possível confirmar um diagnóstico definitivo, pretende-se alertar para o desafio diagnóstico nestes casos.</p><p>Immune thrombocytopenia is the leading cause of isolated thrombocytopenia in healthy children. It is seen more frequently in children aged two to ten years old. It is a diagnosis of exclusion so it is important to consider other entities, especially in atypical presentations. We present two cases of severe thrombocytopenia in small infants (six and seven weeks of age), both using anticolic medicines. The two infants were admitted and treated with intravenous immune globulin with normalization of the platelets values in one to two weeks and there was a complete resolution of the situation without severe complications. The complementary studies revealed antibodies with affinity to simethicone in both cases. Although it was not possible to confirm the diagnosis, the aim of this article is to alert to the diagnostic challenge of these cases.</p> 2018-07-09T09:38:28+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/12971 Infeção Tardia por Streptococcus do Grupo B em Gémeos Associada a Leite Materno: Importância do Estudo Molecular 2018-09-06T11:47:45+01:00 Raquel Azevedo Alves raquelazevedoalves@gmail.com Andreia Meireles app@spp.pt Mariana Martins app@spp.pt Maria José Espinar app@spp.pt Cláudia Ferraz app@spp.pt Lia Rodrigues e Rodrigues app@spp.pt <p>O <em>Streptococcus</em> do grupo B (SGB) é a principal causa de sépsis neonatal e meningite nos países desenvolvidos. A implementação do rastreio materno universal e profilaxia antibiótica periparto levou a um declínio significativo da incidência de sépsis precoce mantendo-se constante a incidência de sépsis tardia.</p><p>A epidemiologia e a patogénese da infeção tardia são pouco conhecidas.</p><p>A transmissão através do leite materno tem sido descrita na literatura mas poucos são os casos confirmados.</p><p>Descrevemos um caso de infeção tardia por SGB em gémeos prematuros associada a ingestão de leite materno infectado.</p><p>O estudo por RAPD-PCR (random amplified polymorphic DNA-polymerase chain reaction) confirmou igualdade genotípica entre a estirpe isolada no leite materno e a identificada no líquido cefalorraquidiano do 1º gémeo.</p><p>A transmissão através do leite materno deve ser considerada na infeção tardia por SGB.</p><p>Group B Streptococcus (GBS) remains the leading cause of neonatal sepsis and meningitis in industrialized countries. Whereas the use of intrapartum antibiotic prophylaxis has led to a significant decline in early-onset sepsis, the incidence of late-onset sepsis remained unchanged. The epidemiology and pathogenesis of late-onset GBS disease is poorly defined. The transmission of GBS through the ingestion of  breast milk has been reported in the literature, but only a few cases confirmed.</p><p> </p><p>The authors describe a case of late GBS infection in twins associated with the ingestion of infected breast milk.</p><p>The genotypic equality between GBS isolated in breast milk and that identified in the cerebrospinal fluid of the 1st twin was confirmed by RAPD-PCR (random amplified polymorphic DNA-polymerase chain reaction).</p><p>The transmission of GBS through breast milk should be considered in late-onset or recurrent disease.</p> 2018-07-09T09:38:29+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/12042 Adução Paradoxal das Pregas Vocais: Dificuldades no Diagnóstico 2018-09-06T11:47:47+01:00 Ana Isabel Sequeira ana87sequeira@gmail.com Bruno Corte app@spp.pt Cecília Pereira app@spp.pt Francisco Pereira app@spp.pt Beatriz Sousa app@spp.pt <p>A adução paradoxal das pregas vocais (APPV) caracteriza-se por <a href="http://www.wikiwand.com/pt/Adu%C3%A7%C3%A3o">encerramento</a> das <a href="http://www.wikiwand.com/pt/Pregas_vocais">pregas vocais</a> durante a inspiração. A subsequente obstrução ao fluxo de ar manifesta-se por <a href="http://www.wikiwand.com/pt/Dispn%C3%A9ia">dispneia</a>, estridor e <a href="http://www.wikiwand.com/pt/Disfonia">disfonia</a>, simulando sintomatologia asmática.</p><p>Os autores apresentam o caso de uma adolescente de 13 anos admitida recorrentemente ao longo de um ano na urgência por dificuldade respiratória e estridor, após exposição a desodorizante em aerossol. Perante a refratariedade das crises à terapêutica anti-asmática instituída bem como a reversão destas com adrenalina nebulizada, foi colocada como hipótese de diagnóstico uma APPV, confirmada por nasofibrolaringoscopia com prova de provocação. Realizou treino vocal em terapia da fala com evolução favorável.</p><p>O presente relato ilustra as dificuldades no diagnóstico da APPV. A recorrência das crises apesar dos tratamentos instituídos motivou a revisão do diagnóstico. Apesar de pouco frequente, devemos estar alerta para a possibilidade da ocorrência desta patologia.</p> 2018-07-09T09:38:29+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/12243 Febre de Origem Desconhecida e Adenopatia. Diagnóstico Fácil? 2018-09-06T11:47:42+01:00 Joana Simões jsf.simoes@gmail.com Eugénia Soares eugeniamctsoares@gmail.com Maria João Brito joao.rochabrito@netcabo.pt 2018-07-09T09:38:30+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/13247 Língua Vilosa 2018-09-06T11:47:39+01:00 Sara Soares sara.m.m.soares@gmail.com Sofia Pimenta app@spp.pt Joaquim Cunha app@spp.pt Leonilde Machado app@spp.pt <!--StartFragment--><p><span>A língua velosa</span><span> </span><span>é uma patologia benigna e </span><span>auto-limitada</span><span>, pouco frequente em idade </span><span>pediátrica</span><span>. </span>Caracteriza-se por hipertrofia das papilas filiformes línguais com acumulação de queratina e, devido à proliferação de bactérias cromotogéneas, a língua pode ter a coloração escura. É tipicamente assintomática e o diagnóstico diferencial com candidíase oral é essencial, uma vez que a língua velosa habitualmente resolve espontaneamente, apenas com uma boa higiene oral.</p><p>Os autores apresentam um caso clínico de um lactente de 6 meses, cuja observação da coloração característica da língua, permite imediatamente o diagnóstico.</p><!--EndFragment--> 2018-07-09T09:38:30+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14755 Engasgamento e Epistaxe: Uma Causa Invulgar 2018-09-06T11:47:36+01:00 Rita Valsassina app@spp.pt Sara Silva app@spp.pt João Núncio Crispim app@spp.pt 2018-07-09T09:38:30+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/12250 Eventração Diafragmática: Um Achado 2018-09-06T11:47:33+01:00 Sofia Pires sofia.pires88@gmail.com Liliana Santos app@spp.pt Ana Faro app@spp.pt Cláudia Piedade app@spp.pt 2018-07-09T09:38:31+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14714 Recomendações Sobre a Vacinação Contra Rotavirus 2018-09-06T11:47:28+01:00 Comissão de Vacinas da Sociedade Infeciologia Pediátrica e da Sociedade Portuguesa de Pediatria app@spp.pt 2018-07-09T09:38:31+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14713 Recomendações Sobre a Vacinação Contra a Varicela 2018-09-06T11:47:30+01:00 Comissão de Vacinas da Sociedade de Infeciologia Pediátrica e da Sociedade Portuguesa de Pediatria app@spp.pt 2018-07-09T09:38:31+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14715 Recomendações Sobre a Vacinação Contra o Vírus da Hepatite A 2018-09-06T11:47:25+01:00 Comissão de Vacinas da Sociedade de Infeciologia Pediátrica e da Sociedade Portuguesa de Pediatria app@spp.pt 2018-07-09T09:38:32+01:00 ##submission.copyrightStatement## https://actapediatrica.spp.pt/article/view/14757 Corticosteroides na Meningite Aguda Bacteriana 2018-09-06T11:47:22+01:00 Ana Dias Curado app@spp.pt Ricardo M Fernandes app@spp.pt Ana Brett app@spp.pt 2018-07-09T09:38:32+01:00 ##submission.copyrightStatement##